Weapons (EUA, 2025)
Elenco Julia Garner, Josh Brolin, Cary Christopher, Benedict Wong, Amy Madigan, Alden Ehrenheich, Austin Abrams, Whitmer Thomas, Callie Shuttera.
Paz, amor e bruxaria. Esse é um estranhíssimo suspense sobrenatural sobre bruxaria que tentou escapar dos clichês manjados e realmente conseguiu uma rara e ousada originalidade, pena que o nível B o tenha mantido no circuito dos alternativos de época. Mas não custa uma conferida pelos interessados nas esquisitices underground da Nova Hollywood.
Maratona impossível. Será que algum fã de horror já viu todos os filmes de mortos-vivos disponíveis? Antes que alguém levante a mão, melhor checar os releases, lançamentos, IMDB, pois a proliferação parece crescente e parece longe do esgotamento. O perigo é a banalização do gênero, como visto em outras épocas com os filmes de espionagem, o faroeste, os giallos, as comédias teen, etc. A parte boa é que filme de zumbi nunca é demais, o excesso (e até mesmo a repetição) parece alimentar a própria essência do gênero (subgênero).
Dark Bollywood. Cansado do formatão habitual do pop fantástico de agora? Pelo menos um pouco de ar fresco vem ocasionalmente pelos serviços de streamings. Interessante ver a quantidade produções internacionais que tentam o mercado pelas vias da narrativa fantástica. Este Baramulla é um exemplo legal de terror-pop que bebe de folclore nativo e opta por uma finalização em formato popular no grande "mercado planetário" do streaming.
A infestação é mundial! Mais uma aventura zumbi nos moldes contemporâneos, mas com o diferencial de ter sido produzida na Tailândia! Felizmente o gênero nichado parece longe do esgotamento, o que é ótimo, por mim podem continuar proliferando. Este Ziam é ambientado em uma sociedade à beira do colapso financeiro onde a comida é escassa e as ruas são repletas de perigos, gangues e roubos de alimentos.
Já vi esse filme. O rock e o cinema tiveram namoros diversos desde a rebeldia cênica de Elvis Pelvis e os filmes cujo show se estendeu das telas à destruição de poltronas de cinema. E a mídia que adora apimentar qualquer notícia e faz crescer o folclore relacionado a tudo e qualquer coisa, não deixaria o rock de fora de seu circo. Da rebeldia dos anos 50, o rock virou lisergia sensorial e satanismo assumido. Tudo em nome do show, para os artistas. Tudo em nome da notícia, para a mídia. Veja mais aqui.
Eu estivera à escuta, meio em transe. Ergui-me de súbito, e veio-me um choque de espanto. Eu vira uma luz e ouvira uma voz, uma voz moça, a gemer. Agora a luz e o som haviam desaparecido. Aquilo não fora natural, minha própria pulsação acelerada mo dizia. Alguém do mundo dos mortos se movia pela casa.